Grêmio e o pacto do quatorze

Outubro já passou da metade, restam menos de dois meses para o fim do calendário futebolístico no Brasil e na América do Sul e, o Grêmio, até o momento não conseguiu transformar seu bom futebol em títulos e alegria para seus torcedores.

Planejamento colorado – Em quatro nomes, quero três

Há quinze dias, na última coluna, falei que o Inter precisava deixar um olho em 2017 e apontar outro para 2018. Sem dinheiro em caixa, Medeiros e sua equipe apelaram para empréstimos com valor de compra fixado para montar o time. Uma boa aposta para observar o rendimento de um atleta para ver se o investimento é válido.

O Inter não dorme e planejar é preciso

Tudo começou em uma resposta do presidente Marcelo Medeiros que viralizou no Twitter. Aliado a força que o grupo de Guto Ferreira tem demonstrado, não tardou para que virasse frase dos jogadores, dos seus filhos e da torcida. Com um pé na Série A, o Inter tem que começar a pensar em 2018 e seguir sem dormir.

Acredito, desconfiado: uma nova chance para Ernando

Ernando atuou somente em dois clubes na carreira. Depois de uma década de Goiás, veio para o Inter em 2014. De lá para cá, soma um pouco mais que 150 jogos com a camisa colorada. Sejam eles quais forem os jogos, Ernando estará, para sempre, na memória do torcedor como o zagueiro titular do ano em que o Inter foi rebaixado.

Um turno de Guto Ferreira

O adversário era o mesmo desta sexta, o Paysandu. Num sábado à tarde, em Belém, ao fim da primeira derrota do Inter na Série B, a diretoria se reuniu, debateu e a confirmação veio só no desembarque em Porto Alegre. Zago não era mais o treinador do time.

As coisas que se perdem pelo caminho

O jornalista Rodrigo Borges, colaborar do Lance!, acha mais importante valorizar o Brasileiro do que a Libertadores. Será que não está na hora dele fazer algumas reflexões sobre coisas que ele esqueceu nestes vinte anos de carreira?

O velho Grêmio voltou

O Grêmio começou o ano com muitas dúvidas em relação ao planejamento para 2017. Os reforços para a libertadores foram: Bruno Cortez, que teve uma temporada de qualidade no Botafogo, mas depois nunca mais foi o mesmo, Léo Moura foi contratado do rebaixado Santa Cruz, Michel do Atlético Goianiense, então na Série B e Leonardo do BOA Esporte.

2017: O ano para não ter medo de ser feliz

Com a derrota para o Botafogo por 1×0 no último domingo criou-se uma onda de preocupação e debate após a seguinte frase de Renato Portaluppi: É mais difícil, mas pode ter certeza que vamos disputar essas duas competições (Libertadores e Copa do Brasil) com a equipe titular e, no Brasileirão, vamos usar a garotada”.