Planejamento colorado – Em quatro nomes, quero três

Há quinze dias, na última coluna, falei que o Inter precisava deixar um olho em 2017 e apontar outro para 2018. Sem dinheiro em caixa, Medeiros e sua equipe apelaram para empréstimos com valor de compra fixado para montar o time. Uma boa aposta para observar o rendimento de um atleta para ver se o investimento é válido.

O Inter não dorme e planejar é preciso

Tudo começou em uma resposta do presidente Marcelo Medeiros que viralizou no Twitter. Aliado a força que o grupo de Guto Ferreira tem demonstrado, não tardou para que virasse frase dos jogadores, dos seus filhos e da torcida. Com um pé na Série A, o Inter tem que começar a pensar em 2018 e seguir sem dormir.

Acredito, desconfiado: uma nova chance para Ernando

Ernando atuou somente em dois clubes na carreira. Depois de uma década de Goiás, veio para o Inter em 2014. De lá para cá, soma um pouco mais que 150 jogos com a camisa colorada. Sejam eles quais forem os jogos, Ernando estará, para sempre, na memória do torcedor como o zagueiro titular do ano em que o Inter foi rebaixado.

Um turno de Guto Ferreira

O adversário era o mesmo desta sexta, o Paysandu. Num sábado à tarde, em Belém, ao fim da primeira derrota do Inter na Série B, a diretoria se reuniu, debateu e a confirmação veio só no desembarque em Porto Alegre. Zago não era mais o treinador do time.

Inter: não sobre, suba!

Foram tempos difíceis esses sete primeiros meses do ano. Um estadual irregular, mesmo que tenha alcançado a final e um primeiro turno onde o colorado demorou a dar confiança ao seu torcedor. Mas, como sempre há espaço para um clichê, posso dizer: “o tempo é o senhor de tudo.”